Pré viagem

Guia simples com 6 passos para organizar qualquer viagem

Uma das perguntas mais comuns que a gente recebe é sobre como nós planejamos nossas viagens?

A resposta é muito simples! Pesquisando MUITO e seguindo um padrão:

  1. Escolhemos o destino.
  2. Compramos aéreo.
  3. Reservamos hotel ou airBNB.
  4. Definimos lista de restaurantes.
  5. Criamos uma lista do que queremos fazer.
  6. Organizamos dinheiro e os detalhes para a viagem.

1- Escolhendo o destino

Resumo de toda ópera: Crie sua lista de desejos através do GoogleMaps e fotos no Instagram de lugares que gostaria de visitar. Isto facilita para ficar de olho nas oportunidades de preço. BANG! Ansiedade instalada.

O primeiro e mais importante item. É o que vai pautar todo o restante do planejamento. Uma regra que temos entre nós é sempre pisar em um lugar completamente novo para nós dentro de um ano.Nós literalmente abrimos o mapa mundi e começamos a olhar e imaginar cada país e cidade. Um dos critérios para escolha é época do ano versus deslocamento. Além disto, levamos em consideração indicações de amigos ou vendo fotos pelo Instagram. Tem algum lugar animal, que vimos em algum post? Só anotar e vamos algum dia!Exemplo de deslocamento: se for uma viagem de feriadão (de quinta para domingo), nós procuramos ir para lugares com voos mais curtos. Caso sejam voos mais longos como 6 horas, damos uma pesquisada rápida para ver se existem opções durante a madrugada para economizar tempo no destino.

Exemplo sobre época do ano: Tem sentido ir em pleno inverno, sem qualquer luz de sol da vida para Islândia? Ou melhor ir no começo do inverno que tem menos luz, dá para ver aurora boreau, fazer os passeios “invernísticos”, mas aproveitar o que o fim do outono tem para oferecer?


2- Pesquisa e compra do aéreo

Resumo de toda ópera: Consultamos SkyScanner > Hopper > Google Flights > Decolar > Cia aérea > BANG! Dinheiro é transformado em milhas.

A parte “fácil”, mas mais CHATA do processo. Chata, pois os voos oscilam e muito durante dias, semanas e inclusive horas. Você pode consultar um voo pela manhã e a tarde estar o triplo do preço. Normalmente compramos diretamente de cada cia aérea, mas antes fazemos literalmente uma varredura na internet.Começamos com SkyScanner, que inclusive te permite procurar passagens com o filtro “anywhere” (qualquer lugar) navegando pelos dias para ver qual tem melhor preço.Na sequência, passamos pelo app Hopper. Similar ao SkyScanner, mas o que mais gostamos é a forma como ele te apresenta a “oportunidade” de compra, passando informações como “espere! Passagem pode baixar” ou “compra já! Pelo histórico, esta passagem ficará 100USD mais caro nos próximos dias”.

Depois Google Flights. Vez ou outra colocamos alertas para acompanhar a oscilação dos preços. Para ficar de olho em todas as oportunidades.

Como dinheiro é algo que precisa ser muito bem investido em viagem, além de olhar os dois para ter a noção de data, partimos para o famoso decolar repetindo a consulta. Ao ver que determinada empresa está com preço bom, 99% entramos no site da própria cia aérea e o valor está mais abaixo ainda! E assim fechamos por lá.

OBS: Muitos utilizam o Melhores Destinos para pegar promoções… só que como as datas das passagens são períodos mais longos e quebrados (começando no meio da semana), nunca fizemos uma compra por lá.


3- Reserva de hotel ou AirBNB

Resumo de toda ópera: Benefícios da Maiana > Booking.com > TripAdvisor > AirBnB > BANG! Felicidade instalada.

Como a Maiana trabalha em rede hoteleira, conseguimos ótimas tarifas em hotéis 5 estrelas. Portanto, para nós acaba sendo fácil. Nos locais onde não há hotéis da rede, fazemos a pesquisa pela Booking.com, pois, as informações ficam mais fáceis de serem vistas e geralmente as avaliações dos hóspedes também ajudam. Uma funcionalidade bem legal, é que depois que você reserva (e se hospeda), um determinado número de vezes, pela Booking.com, você se torna um membro Genius (programa de “fidelidade”), com isso, muitos hotéis oferecem valores e condições especiais para participantes desse programa (10% de desconto e late check out, por exemplo).Muitos indicam a Decolar, pela facilidade do parcelamento, mas exatamente por isso os valores tendem a ser mais altos… portanto, preferimos consultar pela Booking.

Como nosso estilo de viagem fica fora do “mochilão”, preferimos muito mais pela qualidade do local (no mínimo um banheiro e cama bem limpo) do que economizar ao extremo e fazer um couch surfing (alugar, literalmente, um sofá de alguém). Para garantir, SEMPRE, mas SEMPRE consultamos as avaliações no próprio aplicativo de reserva além de ver as fotos de turistas e viajantes no TripAdvisor.

Em destinos onde não há hotéis da rede bem localizados e todas as consultas dos lugares (Bed and Breakfast / Pousadas), optamos por usar o AirBNB por último (é extremamente seguro, apenas queremos ter a comodidade de ter alguém para limpar seu banheiro, trocar toalhas, etc etc).


4- Lista de restaurante no planejamento da viagem?

Resumo de toda ópera: Programas como Chef’s Table > Google Maps > Foursquare > BANG! Gordura projetada.

 

SIM! Somos foodies. Inclusive muitos dos lugares que temos em nossa lista de desejos foi definida por conta de algum chef ou restaurante que vimos em programas como Chef’s Table (vale a pena ver cada episódio no NetFlix). Eles são pinados no Google Maps para termos noção da localização que vamos estar hospedados. Uma dica também é utilizar o Foursquare (pode parecer falecido, mas é muito rico de informações e lugares para conhecer e experimentar).


5- Lista ou roteiro do que fazer?

Resumo de toda ópera: Google Maps pinado > Google Trips para ter mais ideias > Lista criada sem um roteiro de hora em hora > BANG! Pernas mortas!

 

Nós preferimos ficar livres… sem guia… sem turma… sem horário cravado para cada atividade. Portanto, montamos uma lista e tempo médio que as pessoas normalmente levam em cada ponto. Acordamos bem cedo e bora bater perna! Se estamos em um dia de excelente disposição saímos matando item a item com calma e qualidade, incluindo nossos olhares pelos becos e lojinhas das cidades.

Uma dica muito boa para ter noção dos principais pontos é utilizar o Google Trips, um aplicativo do Google lançado em 2016. Facilita bastante a visualização do que o pessoal costuma fazer no local.


6- Dinheiro e os detalhes para a viagem

Resumo de toda ópera: Deslocamento do aeroporto > Dinheiro do dia a dia com base no preço da água > Verificando as exigências do local > Quantidade de roupa adequada > Mochila de emergência > BANG! Só alegria!

Última etapa! Fácil acesso a saída do aeroporto? Tem metro ou algum meio público de deslocamento? Existe Uber, Cabify e afins no local? Se tiver de pegar taxi, quanto custa? Quanto de dinheiro é necessário por dia para os gastos básicos? Uma boa dica é ver preço de uma garrafa água, coca-cola e McDonald’s. Ajuda a ter uma noção melhor de quão caro é o local.

Na sequência verificamos detalhes para visitar aquele lugar. Alguma vacina específica? Existe alguma barreira cultural que é importante prestarmos atenção (como dar as mãos em público)? Alguma lei diferente do que estamos acostumados?

Por último, montamos a mala baseado no clima local. Procurando levar a menor quantidade de roupa possível e arrumamos uma “mochila de emergência”, pois nunca se sabe se a sua mala vai chegar inteira e seca no destino (se chegar). Portanto, uma muda de roupas intimas, camiseta e calça é válido.


Após isto, é só repetir o circulo da felicidade com o próximo destino! haha

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